Se você se vê e se sente jovem seu organismo capta essa idéia e responde com mais juventude!!


Cada um enxerga sua realidade como se olhasse para si mesmo, e para os demais, através de lentes próprias e muito particulares, vendo com mais clareza ou não, com mais côres ou não, com mais esperança ou não, conforme suas “lentes de ver o mundo”.

Se elas são escuras tudo parece mais cinza, monótono e nebuloso; se coloridas, tudo é tão mais exuberante e promissor. Alguns inclusive vêem o mundo através de uma lupa, onde os problemas ganham dimensões maiores.

Essas diferentes percepções fazem com que cada qual reaja, ou até mesmo sofra, de forma diferente às temáticas normais do “corre-corre” dia-a-dia.

Os que vivem no amanhã o tempo todo, ou que superdimensionam seus problemas, sentem-se bem mais angustiados e a angústia gera elementos bioquímicos nocivos ao organismo. A adrenalina, em excesso, é um desses elementos que têm efeito cascata de destruição das estruturas jovens e saudáveis do organismo.

Há, entretanto, pessoas para as quais o tempo não conta. E não é que o tempo não exista para elas. Apenas não conta, não diminui os prazeres da vida e não deixa marcas incômodas. Sabem viver um dia de cada vez!!

Angústia, sofrimento, estresse e ansiedade são sentimentos que geram o envelhecimento biológico (bioquímico), que nada tem a ver com o cronológico do decorrer dos anos. O primeiro está diretamente relacionado ao desgaste da matéria de que somos feitos, como resultado dos abusos a que a submetemos, podendo, em alguns casos, até ser reversível. Já o segundo, relaciona-se com nossa idade.

Nossa idade biológica pode ser mais do que de fato temos em idade, ou pode ser bem menos, a depender de como cuidamos de nossa morada primeira – o corpo.

Juventude, portanto, tem muito mais a ver com postura positiva diante dos acontecimentos cotidianos, percorrer a vida com pleno vigor, saúde e contentamentos, sabendo estar em cada momento e dele partir quando este já tiver se exaurido em sua significância, do que com idade.

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